FISIOTERAPIA PREVENTIVA PARA QUEM MAIS PRECISA
A fisioterapia é essencial na vida de todos, mas há
nichos que precisam ainda dos “milagres” dela mais que outros. Como os idosos,
já que com os anos passando, a tendência do corpo é ficar cada vez mais sujeito
a acidentes de todos os tipo. Ou como trabalhadores que ficam por muito tempo
em uma mesma posição, repetindo o mesmo movimento ou apenas com uma postura
muito errada. A fisioterapia não deve ser usada apenas como medida de
tratamento, mas também como prevenção, já que músculos e ossos mais fortes
impedirão o idoso de se acidentar.
A fisioterapia preventiva é o ramo da medicina que ajuda
pessoas de certos grupos de risco a prevenirem doenças e machucados comuns,
como osteoporose, fraturas nos ossos, principalmente no fêmur, para a terceira
idade, e dores nas articulações, hérnias, artrose, bursites, tendinites, para
pessoas como trabalhadores que precisam repetir o mesmo movimento por várias
vezes ou ficar em uma mesma posição por longos períodos. Ela ajuda até mesmo a
evitar problemas mais graves, como doenças cardíacas e diabetes. É fundamental
que pessoas que estejam sujeitas aos problemas descritos acima pratiquem essa
série de exercícios respiratórios e físicos para que se permaneçam saudáveis e
um pouco mais longe dos riscos.
A fisioterapia preventiva também pode ser muito útil para
evitar e tratar doenças distúrbios ocupacionais, como Lesão por Esforço
Repetitivo, mais conhecida como L.E.R., e Distúrbios Osteomusculares
Relacionados ao Trabalho, mais conhecido como DORT, que vêm assombrando
trabalhadores desde a popularização do estilo de serviço de linha de montagem,
onde o trabalhador permanece em uma mesma posição, realizando os mesmo
movimentos, por horas a fio.
Além disso, como qualquer outra forma de exercício, a
fisioterapia preventiva ajuda a combater e prevenir sintomas de doenças
psicológicas tão comuns atualmente, como depressão, ansiedade e insônia, e
ainda ajuda a melhorar a coordenação motora, que muitas vezes pode ficar
prejudicada com a idade, concentração, equilíbrio e, por que não, a autoestima.

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